sábado, 5 de novembro de 2016

52 - PROVAS DO GENUÍNO BATISMO NO ESPÍRITO SANTO


At 10.44,45: “E, dizendo Pedro ainda estas palavras, caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. E os fiéis que eram da circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que o dom do Espírito Santo se derramasse também sobre os gentios”.
                As Escrituras ensinam que o crente deve examinar e provar tudo o que se apresenta como sendo da parte de Deus, “Examinai tudo. Retendo o bem” (1Ts 5.21); “Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus” (1Jo 4.1). Seguem-se alguns princípios bíblicos para provar ou testar se é de Deus um caso declarado de batismo no Espírito Santo.
1)      O autêntico batismo no Espírito Santo levará a pessoa a amar, exaltar e glorificar a Deus Pai e ao Senhor Jesus Cristo mais do que antes, “Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, Ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dera tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir”. “Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar.” (Jo 16.13,14; At 2.11,36; 10.44-46).
2)      O verdadeiro batismo no Espírito Santo aumentará a convicção da nossa filiação com o Pai celestial, “Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai. O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8.15.16). Levará a uma maior percepção da presença de Cristo em nossa vida diária ao amor a Deus demonstrado pela nossa obediência à palavra (Jo 14.23), e aumentará o clamor da nossa alma “Aba, Pai” (Rm 8.15; Gl 4.6). Por sua vez um batismo no Espírito Santo que não leva uma maior comunhão com Cristo e a uma mais intensa comunhão com Deus como nosso Pai não vem dEle.
3)      O real batismo no Espírito Santo aumentará nosso amor e apreço pelas Escrituras. O Espírito da verdade, que inspirou as Escrituras (2Tm 3.16; 2Pe 1.20,21), aprofundará nosso amor à verdade da Palavra de Deus, “Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro” (1Jo 4.6; Jo 16.13; At 2.42; 3.22). Por outro lado qualquer suposto batismo no Espírito que diminui nosso interesse de ler a Palavra de Deus e cumpri-la, não provém de Deus.
4)      O real batismo no Espírito Santo aprofundará nosso amor pelos demais seguidores de Cristo e a nossa preocupação pelo seu bem-estar, “E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseveravam unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração” (At 2.38,44-46; 4.32-35). A comunhão e fraternidade cristãs, de que nos fala a Bíblia, somente podem existir através do Espírito, “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mais o maior destes é o amor” (1Co 13.13).
5)      O genuíno batismo no Espírito Santo deve ser precedido de abandono do pecado e de completa obediência a Cristo. Ele será conservado quando continuamos na santificação do Espírito Santo, “Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupsciência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis.” (Gl 5.16,17). Daí, qualquer suposto batismo, em que a pessoa não foi liberta do pecado, continuando a viver segundo a vontade da carne, não pode ser atribuído ao Espírito Santo, “Porque a lei do Espírito de vida em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que era impossível à Lei, visto como estava enferma pela carne, Deus enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne; Para que a justiça da Lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à Lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle” (Rm 8.2-9). Qualquer poder sobrenatural manifesto em tal pessoa trata-se de atividade enganadora de Satanás “Porque tu não és um Deus que tenha prazer na iniqüidade, nem contigo habitará o mal. Aos loucos não pararão à tua vista; odeias a todos os que praticam a maldade” (Sl 5.4,5).
6)      O Real batismo no Espírito Santo fará aumenta o nosso repúdio às diversões pecaminosas e prazeres ímpios deste mundo, refreando-nos a busca egoísta de riquezas e honrarias terrenas, “De ninguém cobicei a prata, nem o ouro, nem o vestuário” (At 20.33; 1Co 2.12; Rm 12.16; Pv 11.28).
7)      O genuíno batismo no Espírito Santo nos trará mais desejo e poder para testemunhar da obra redentora do Senhor Jesus Cristo, “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração” (Lc 4.18), “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.” (At 1.8; 2.38-41; 4.8,20; Rm 9.1-3; 10.1). Inversamente, qualquer suposto batismo no Espírito que não resulte num desejo mais intenso de ver os outros salvos por Cristo, não provém de Deus, “Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido” (At 4.20).
8)      O genuíno batismo no Espírito Santo deve despertar em nós o desejo de uma maior operação sua no reino de Deus, e também uma maior operação de seus dons em nossa vida. As Línguas como evidência inicial do batismo devem motivar o crente a permanecer na esfera dos dons espirituais (At 2.4,11, 43; 4.30; 5.12-16; 6.8; 8.7; Gl 3.5).
9)      O autêntico batismo no Espírito Santo tornará mais real a obra, a direção e a presença do Espírito Santo em nossa vida diária. Depois de batizados no Espírito Santo, os crestes de Atos tornaram-se mais cônscios da presença, poder e direção do Espírito Santo, “... e anunciavam com ousadia a palavra de Deus...” (At 4.31; 6.5; 9.31; 10.19; 13.2,4 52; 15.28; 16.6,7; 20.23). Inversamente, qualquer suposto batismo no Espírito Santo que não aumentar a nossa consciência da presença do Espírito Santo, nem aumenta o nosso desejo de obedecer à sua orientação, nem reafirmar nosso alvo de viver diante dEle de tal maneira e não entristecê-lo nem suprimir o seu favor, não provém de Deus.
               
Amém!
Erivelton de Jesus

51 - A DOUTRINA DO ESPÍRITO SANTO

At 5.3,4: “Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus.”.
                É essencial que os crentes reconheçam a importância do Espírito Santo no plano divino da revelação. Sem a presença do Espírito Santo neste mundo, não haveria a criação, o universo, nem raça humana (Gn 1.2; Jó 26.13; Sl 104.30). Sem o Espírito Santo não teríamos a Bíblia (2Pe 1.21), nem o NT (Jo 14.26; 1Co 2.10) e nenhum poder para proclamar o Evangelho (At 1.8). Sem o Espírito Santo, não haveria fé, nem novo nascimento, nem santidade e nenhum cristão neste mundo. Este estudo examina alguns dos ensinamentos básicos a respeito do Espírito Santo.
A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO
Através da Bíblia, o Espírito Santo é revelado como Pessoa com sua própria individualidade (2Co 3.17,18; Hb 9.14; 1Pe 1.2). Ele é uma pessoa divina como o Pai e o Filho (At 5.3,4). O Espírito Santo não é mera influência ou poder. Ele tem atributos pessoais, a saber: Ele pensa (Rm 8.27), sente (Rm 15.30), determina (1Co 12.11) e tem a faculdade de amar e deleitar-se na comunhão. Foi enviado pelo Pai para levar os crentes à íntima presença e comunhão com Jesus. À luz destas verdades, devemos tratá-lo como pessoa, que é, e considerá-lo Deus vivo e infinito em nosso coração, digno da nossa adoração, amor e dedicação.
NOTAS SOBRE A TRINDADE: Marcos 1.11: As três divinas pessoas da Trindade estão presentes no batismo de Jesus. Deus é revelado nas Escrituras como um só Deus, existente como Pai, Filho e Espírito Santo (conf. Mt 3.16,17; 8.19; Mc 1.9-11; 2Co 13.14; Ef 4.4-6; 1Pe 1.2). Esta é a doutrina da Trindade, expressando a verdade de que dentro da essência uma de Deus, subsistem três Pessoas distintas, compartilhando uma só natureza divina comum. Assim, segundo as Escrituras, Deus é singular, isto é, unida, num sentido, e plural, isto é, trina, noutro.
As Escrituras declaram que Deus é um só – uma união perfeita de uma só natureza, substância e essência (Dt 6.4; Mc 12.29; Gl 3.20). Das pessoas da deidade, nenhuma é Deus sem as outras, e cada uma, juntamente com as outras, é Deus.
O Deus único existe numa pluralidade de três pessoas identificáveis, distintas; mas não separadas. As três não são três deuses, nem três partes de expressões de Deus, mas são três pessoas tão perfeitamente unidas que constituem um só Deus verdadeiro e eterno. O filho e também o Espírito Santo possuem atributos que somente Deus possui (Jo 20.28; 1. 1,14; 5.18; 14.16; 16.8,13; Gn 1.2; Is 61.1; At 5.3,4; 1Co 2.10,11; Rm 8.2,26, 27; dois ts 2.13; Hb 9.14). Nem o Pai, nem o Filho, nem o Espírito Santo, foram feitos ou criados em algum tempo, mas cada um é igual ao outro em essência, atributos, poder e glória.
O Deus único, existente em três pessoas, torna possível desde toda a eternidade o amor recíproco, a comunhão, o exercício dos atributos divinos, a mútua comunhão no conhecimento e o inter-relacionamento dentro da deidade (Jo 10.15; 11.27; 17.24; 1Co 2.10).
            A OBRA DO ESPÍRITO SANTO
            O Espírito Santo é o agente da salvação. Nisto Ele convence do pecado (Jo 16.7,8), revela-nos a verdade a respeito de Cristo de Cristo (Jo 14.16,26), realiza o novo nascimento (Jo 3.3-6), e faz-nos membros do corpo de Cristo (1Co 12.13). Na conversão, nós, crendo em Cristo, recebemos o Espírito Santo (Jo 3.3-6; 20.22) e nos tornamos participantes da natureza de divina (2Pe 1.4).
O Espírito Santo é o agente da nossa santificação. Na conversão, o Espírito passa a habitar no crente, que começa a viver sob sua influência santificadora (Rm 8.9; 1Co 6.19). Note algumas das coisas que o Espírito Santo faz, ao habitar em nós. Ele nos santifica, isto é, purifica, dirige e leva-nos a uma vida santa, libertando-nos da escravidão ao pecado (Rm 8,2-4; Gl 5.16,17; 2Ts 2.13). Ele testifica que somos filhos de Deus (Rm 8.16), ajuda-nos na adoração a Deus (Rm 8.26,27). Ele produz em nós as qualidades de Cristo, que O glorificam (Gl 5.22,23; 1Pe 1.2). Ele é o nosso mestre divino, que nos guia em toda verdade (Jo 16.13; 14.26; 1Co 2.10-16) e também nos revela Jesus e nos guia em estreita comunhão e união com Ele (Jo 14.16-18; 16.14). Continuamente, Ele nos comunica o amor de Deus (Rm 5.5) e nos alegra, consola e ajuda (1Ts 1.6).
O Espírito Santo é o agente Divino para o Serviço do Senhor, revestindo os crentes de poder para realizar a obra do Senhor e dar testemunho dEle. Esta obra do Espírito Santo relaciona-se com o batismo ou com a plenitude do Espírito. Quando somos batizados no Espírito Santo, recebemos poder para testemunhar de Cristo e trabalhar de modo na igreja e diante do mundo (At 1.8). Recebemos a mesma a unção divina que desceu sobre Cristo (Jo 1.32,33) e sobre os discípulos (At 2.4), e que nos capacita a proclamar a Palavra de Deus, e operar milagres (At 2.43; 3.2-8; 5.15; 6.8; 10.38). O plano de Deus é que todos os cristão atuais recebam o batismo no Espírito Santo (At 2.39). Para realizar o trabalho do Senhor, o Espírito Santo outorga dons espirituais aos fiéis da igreja para edificação e fortalecimento do corpo do Cristo (1Co 12-14). Estes dons são uma manifestação do Espírito Santo através dos santos, visando ao bem de todos (1Co 12 7-11).
O Espírito Santo é o agente divino que batiza ou implanta os crentes no corpo único de Cristo, que é sua igreja (1Co 12.13) e que permanece nela (1Co 3.16), edificando-a (Ef 2.22), e nela inspirando a adoração a Deus (Ef 3.3), dirigindo a sua missão (At 13.2,4), escolhendo seus obreiros (At 20.28) e concedendo-lhes dons (1Co 12.4-11) escolhendo seus pregadores (At 2.4; 1Co 2.4), resguardando o evangelho contra erros (2Tm 1.14) e efetuando a sua retidão (Jo 16.8; 1Co 3.16; 1Pe 1.2).
As diversas operações do Espírito Santo são complementadas entre si, e não contraditórias. Ao mesmo tempo, essas atividades do Espírito Santo formam um todo, não havendo plena separação entre elas. Alguém não pode ter: a nova vida total em Cristo, um santo viver, o poder para testemunhar do Senhor ou na comunhão no seu corpo, sem exercitar essas quanto coisas. Por exemplo: uma pessoa não pode conservar o batismo no Espírito Santo se não viver uma vida de retidão, produzida pelo mesmo Espírito, que também quer conduzir esta mesma pessoa no conhecimento das verdades bíblicas e sua obediência ás mesmas.
               
Amém!

Erivelton de Jesus

50 - O FALAR EM LÍNGUAS


At 2.4: “E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem..”.
                O falar noutras línguas, ou aglossolália (Gr. Glossais lalo), era entre os crentes do NT, um sinal da parte de Deus para evidenciar o batismo no Espírito Santo. Esse padrão bíblico para o viver na plenitude do Espírito continua o mesmo para os dias de hoje.
O VERDADEIRO FALAR EM LÍNGUAS
            As línguas como manifestação do Espírito:
Falar noutras línguas é uma manifestação sobrenatural do Espírito Santo, isto é, uma expressão vocal inspirada pelo Espírito, mediante a qual o crente fala numa língua (Gr. Glossa) que não aprendeu. “E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.” (At 2.4). Estas línguas podem ser humanas, isto é, atualmente faladas, como português, inglês, aramaico, hebraico, etc, a qual a pessoa nunca estudou, ou desconhecidas na terra. Não é “fala extática”, como algumas traduções afirmam, pois a Bíblia nunca se refere à “expressão extática” para referir-se ao falar noutras línguas pelo Espírito, ou seja, a pessoa não entra em êxtase, quando se enche do Espírito Santo.
            Línguas como sinal externo do batismo no Espírito Santo:
Falar noutras línguas é uma expressão verbal inspirada, mediante a qual o espírito do crente e o Espírito Santo se unem no louvor e/ou profecia. Desde o início, Deus vinculou o falar noutras línguas ao batismo no Espírito Santo, de modo que os primeiros 120 crentes no dia de Pentecostes, e demais batizados a partir de então, tivessem uma confirmação física de que realmente receberam o Espírito Santo “E os fiéis que eram da circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que o dom do Espírito Santo se derramasse também sobre os gentios. Porque os ouviam falar línguas, e magnificar a Deus.” (At 10.45,46). Desse modo, essa experiência podia ser comprovada quanto a tempo e local de recebimento. No decurso da história da igreja, sempre que as línguas como sinal foram rejeitados, ou ignoradas, a verdade e a experiência do Pentecoste foram distorcidas, ou totalmente suprimidas.
                As línguas como dom:
Falar noutras línguas também é descrito como um dos dons concebidos ao crente pelo Espírito Santo “Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil.Porque a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência;E a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; E a outro a operação de maravilhas; e a outro a profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos; e a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação das línguas.” (1Co 12.4-10). Este dom tem dois propósitos principais:
a)      O falar noutras línguas seguido de interpretação, também pelo Espírito , em culto público;
b)      O falar noutras línguas pelo crente para dirigir-se a Deus nas suas devoções particulares e, deste modo, edificar sua vida espiritual “O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.” (1Co 14.4). Significa falar ao nível do Espírito, com o propósito de orar, dar graças, ou cantar.
OUTRAS LÍNGUAS, PORÉM FALSAS
                O simples falto de alguém falar “noutras línguas”, ou exercitar outra manifestação sobrenatural não é evidência irrefutável da obra e da presença do Espírito Santo. O ser humano pode imitar as línguas estranhas como o fazem os demônios. A Bíblia nos adverte a não crermos em todo espírito, e averiguarmos se nossas experiências espirituais procedem realmente de Deus. “ AMADOS, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.” (1Jo 4.1):
1)      Somente devemos aceitar as línguas se elas procederem do Espírito Santo, como em Atos dos Apóstolos 2.4. Esse fenômeno, segundo o livro de Atos, deve ser espontâneo e resultado do derramamento inicial do Espírito Santo. Não é algo aprendido, nem ensinado, como por exemplo instruir crentes a pronunciar sílabas sem anexo.
2)      O Espírito Santo nos adverte claramente que nestes últimos dias surgirá apostasia, dentro da igreja. “AMADOS, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;” (1Jo 4.1,2); Sinais e maravilhas operados por Satanás e obreiros fraudulentos que fingem ser servos de Deus.
3)      Se alguém que fala noutras línguas, mas não é dedicado a Jesus Cristo, nem aceita a autoridade das Escrituras, nem obedece à Palavra de Deus, qualquer manifestação sobrenatural que nele ocorra não provém do Espírito Santo “Qualquer que comete pecado, também comete iniqüidade; porque o pecado é iniqüidade. E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os nossos pecados; e nele não há pecado. Qualquer que permanece nele não peca; qualquer que peca não o viu nem o conheceu. Filhinhos, ninguém vos engane. Quem pratica justiça é justo, assim como ele é justo. Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo. Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus.” (1Jo 3.4-10).




Amém!

Erivelton de Jesus

59 - A Ressurreição do corpo

A RESSURREIÇÃO DO CORPO 1Co 15.35: “Mas alguém dirá: Como ressuscitarão os mortos? E com que corpo virão?” A ressurreição do corpo é uma ...